quinta-feira, 8 de julho de 2010

Síntese da vida de Mestra Tecla Merlo


Em 1915, os clérigos e os cooperadores espirituais do bem-aventurado Tiago Alberione celebraram o mês de maio com a intenção de que o Senhor providenciasse a família feminina (AD 241).
Concluído o mês, disseram a Alberione:
“Há em Castagnito de Alba uma jovem de boa família, que, pela piedade, inteligência, docilidade, bondade, serviria bem... Mas, há duas dificuldades: a pouca saúde e o ter frequentado só as escolas da sua terra.”
“Venha!” respondeu o Primeiro Mestre. “Receberá do Senhor saúde suficiente e a ciência necessária para o seu cargo: quando o Senhor quer...”
Em junho de 1915, Teresa Merlo entrou na comunidade de São Paulo.
Teresa nasceu em 1894, em Castagnito, Itália.
Emitiu a profissão perpétua em 22 de julho de 1922. Nesta ocasião foi nomeada pelo Fundador como “Primeira Mestra” (superiora geral) das Filhas de São Paulo.
Governou a Congregação até sua morte, em 5 de fevereiro de 1964.
Para o Primeiro Mestre, Tecla foi ajuda constante para formar bem as Filhas de São Paulo.
Um projeto e uma missão audazes, impensáveis para uma mulher no início do século XX, mas Teresa aceitou o desafio, ficou entusiasmada e, depois de alguns anos, recebeu o nome de Tecla, como a discípula de São Paulo, uma santa mártir do primeiro século.

De São Paulo, mestra Tecla aprendeu o amor incondicional a Jesus e a todos os povos:
moldou o seu coração à universalidade e abriu-se
a todas as culturas e povos; como ele, foi mestra
e formadora de outras irmãs; como ele, usou os novos meios de comunicação para que o Evangelho cumprisse
a sua corrida gloriosa; como ele, viajou por terra, por mar e ainda pelo céu para iniciar comunidades em todos os continentes, para se encontrar com as irmãs e avaliar novas situações, encorajando novas iniciativas apostólicas para fazer o bem a muitas pessoas.
Em Tecla Merlo, padre Alberione encontrou  a colaboradora sapiente e a fiel intérprete
para a transmissão do carisma das Filhas de São Paulo. Sob a sua orientação, a congregação cresceu e deu início a obras inovadoras na edição de livros, revistas, discos, programas de rádio e de televisão, e chegou a todos os continentes.
Em 22 de Janeiro de 1991, o papa João Paulo II reconheceu a heroicidade da sua vida, proclamando-a Venerável.

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